MEMORANDO - Colonizados Pelo Futuro
Hector Lima
"O Tempo e Espaço são uma suíte de edição. O 'cut and paste' já começou. Olhe à sua volta! Fomos invadidos e colonizados pelo futuro e nem mesmo sabemos disso!"
Essa é uma das frases do ótimo texto lido pelo Grant Morrison na performance
ALTERNITY numa galeria de arte no ano passado, enquanto
Mee tocava violino e sampler.
Quem me escreveu pra avisar isso foi o fotógrafo Steven Cook, que fez as incríveis montagens no Photoshop misturando pessoas de várias épocas diferentes em uma mesma foto - num efeito parecido com o do filme Forrest Gump. O link pro Alternity na entrevista com o Morrison estava errado e ele também disse que na
http://www.fmagazine.com pode-se ver parte da exposição em Flash enquanto se ouve à música "Identity", uma versão curta do que rolou na tal performance. Isso pode ser ouvido tanto na matéria sobre o Cook quanto na matéria sobre a Mee; use a seção "Contents" caso você se perca.
O Mandarino me disse que conseguiu gravar a música e ia ser legal testar isso na próxima
http://popscene.tk, que vai ter como convidada na discotecagem a dupla Natural Born Sluts; metade da dupla está de bunda de fora no site da festa.
O retorno da entrevista com o Morrison foi bem legal [
leia agora se ainda não o fez], e recebeu comentários inesperados de caras como Steven Grant, Neil Gaiman, o pessoal do site
Ninth Art e por aí adiante.
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A Flávia pegou assessoria do paulistano
Trip Bar ; até que enfim um trampo de novo pra ela. Ela merece. Se quiser saber mais sobre isso e outros eventos assine a
nova lista dela que vai funcionar como um super-mailing.
E vá no
Assessorindie pra saber porque a música independente brasileira está cada vez se movimentando mais; fiquei contente de saber pelo camarada Marcelo Costa das festas que o Taylor e Cia têm aprontado no Espírito Santo. É isso aí; onde não tem a gente tem de fazer.
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Pra terminar rápido hoje um pequeno texto do
Blog do Thiago:
"Antigos espíritos do mal
Na última sexta feira 13 de junho à meia noite um jovem ator de 18 anos achava ter sido levado aos calabouços do Projac apenas para um teste do sofá de rotina com o Wolf Maia... no entanto viu-se em meio a um macabro ritual satânico de troca de almas, ou troca de corpos, whatever, e quando voltou a si era um velho moribundo e incomunicável de 98 anos definhando em cárcere privado. O pobre diabo faleceu na última quarta-feira. Roberto Marinho passa bem."